Autor: Tati Barreto

Nascida e crescida em São Paulo e pertencente à área de humanas desde que se entende por gente. Estudante de Letras, atriz quando possível, escritora de fanfics e uma grande entusiasta de música, artes, comédias românticas, livros de suspense e animes, entre outras paixões. “A música é o vínculo que une a vida do espírito à vida dos sentidos. A melodia é a vida sensível da poesia.” (Ludwig van Beethoven)

“Não tenha medo do futuroo que é real te acha até no escuro” (Dopamina) Senti uma mistura de sensações ao ouvir o álbum Intensidade Calculada, que, apesar do título, não parece ter nada de calculado. Pelo contrário: tudo soa como algo sentido visceralmente antes de se tornar acordes que embalam confissões de amor, inseguranças e até […]

“Me diz quem eu sou nessa festa” (Harém) O jazz é um gênero musical que eu sempre ouço nos lugares e gosto, mas que nunca paro para escutar por conta própria. Não sei bem o motivo, talvez seja comodismo musical com determinados gêneros que fazem parte da minha rotina.  Em Um Mar Pra Cada Um, […]

Depois de passar por Porto Alegre e Rio de Janeiro nos dias 4 e 6 de junho, respectivamente, a última parada da edição “Emo Vive” do festival Polifonia aconteceu em São Paulo nos dias 7 e 8.  Cheguei na Áudio faltando alguns minutos para as 15h e já encontrei algumas pessoas na fila, aguardando a […]

Zach Condon explora a fragilidade da existência em 18 faixas orquestrais, criadas para o circo sueco Kompani Giraff e inspiradas no livro Inventory of Losses. Entre corais antigos e sintetizadores baroquistas, o álbum transita entre melancolia e leveza — destacam‑se “Garbo’s Face” e “Moon Voyager”.

Quatro adolescentes de Los Angeles – punk energético que mescla garage, new wave e rock em espanhol. Gravado nas brechas entre aulas e turnês, o disco cresce em letras políticas e pessoais, com faixas como “All In My Head”, “Too Many Things” e “No Obligation” celebrando independência e identidade juvenil.