Ecos de um silêncio: 31 anos sem Kurt Cobain.
Um tiro, uma carta de despedida e um silêncio que ecoaria para sempre no coração de fãs e na história da música.
Há exatos 31 anos, em 5 de abril de 1994, Kurt Cobain deixava o mundo perplexo com seu trágico adeus.
Três décadas depois, seu legado permanece indelével e, por incrível que possa parecer, sua influência é tão nítida quanto os acordes distorcidos de “Smells Like Teen Spirit”.
Sua prematura morte, premeditada e planejada por ele, abriu um diálogo até então tímido sobre saúde mental e suicídio, temas que hoje ganham cada vez mais espaço, mas que naquela época eram varridos para debaixo do tapete.
Muitos falam que ele foi um personagem que romantizou a depressão. Mas eu não sou esse tipo de energúmeno. Pra mim, ele a revelou na sua mais dolorosa imagem, demonstrando que ninguém, nem mesmo um ídolo mundial, está imune ao sofrimento.
O grunge pode não dominar as rádios como nos anos 90, mas a atitude punk, as letras introspectivas e a honestidade brutal de Cobain ainda ressoam com força. E isso é surpreendente.