Resenha: Jupta – Ultra (2025)

Resenha: Jupta – Ultra (2025)

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A Jupta chega no terceiro álbum chutando a porta. Ultra é pop sem medo, pesado e altamente atual. Com isso, consegue flertar em diversos universos, sem soar caricato ou superficional.

Tem punk sujo na faixa “Sangue”, que abre o disco, assim como “Ultravioleta”, assim como clima dos anos 80 (muito synth) em “Quem Foi”. O disco vai passando e temos o destaque de “Lapso”, com aquele frenesi industrial inquietante.

Sim, são várias camadas e a banda poderia se perder com isso mas, com certeza, acaba por apresentar um trabalho interessante, num álbum que contém 9 músicas, com cerca de 30min de duração total.

Em suma, ligue o néon, amplifique o som e escute no talo.

7.4

Ultra – Jupta

Gravadora: Marã Música

Posso afirmar que Ultra é uma Mesopotâmia sonora: influências que se encontram e formam um som coeso, vivo e altamente interessante.

Frederico Di Lullo

Frederico Di Lullo

Redator publicitário, letrólogo, jornalista & fotógrafo de shows, nasceu na Argentina, coleciona vinil, é fã incondicional de música e um exímio apreciador de artes degeneradas.