É inadmissível eu ter demorado tanto tempo a resenhar um EP que saiu há um ano atrás. Mesmo tendo conhecido a banda há menos tempo do que o lançamento do EP, a culpa se abate sobre esse escriba e faço um “mea culpa”.
Ouvir quedalivre e suas 4 faixas de janeiro do ano passado, é ser transportado para um submundo musical.

É entender que apesar de muitos veículos colocarem o Rio de Janeiro como o “tumulo do rock”, a cidade pulsa em microcosmos que se unem e fazem um cenário fragmentado, mas tão diverso, que parece um país.
Do post rock, ao post punk, a banda consegue soar “gringa” (já que muita gente, só consegue entender que, quando uma banda soa como se fosse de fora, cruzou o caminho da síndrome da viralatice).
quedalivre é liberdade em movimento musical!
Quando se escuta uma faixa como “ás vezes”, a maturidade é gigantesca! Instrumentos em uníssono, um grupo coeso.
O início de “…espiral” é puro suco de Cocteau Twins, no início, com a belíssima voz de Lore Naias.
A propósito, a formação da época (uau, 1 ano!): João Mendonça (Bateria), Lore Naias (Baixo e Voz), Victor Basto (Guitarra e voz) e Francisco Águia (2a Guitarra).
quedalivre é: shoegazer, música independente, indie rock, música livre, músicos inspirados e o que mais vocês conseguirem enxergar de bom na banda!
Não perca mais tempo lendo essa resenha, vá agora ouvir esse petardo!
sobre hábitos – quedalivre
Gravadora: AlterEgo
Música livre. Música independente. Músicos inspirados e o RJ respira com uma banda dessas!
