O King Gizzard & the Lizard Wizard segue desafiando qualquer tentativa de previsibilidade. E isso, nem sempre é bom.
Sim, Phantom Island, 26º álbum da banda australiana, faz a trupe australiana embarcar em uma viagem viagem instrumental psicodélica que mistura jazz fusion, progressivo e trilha sonora de filme B, com direito a flautas, sintetizadores vintage e viradas imprevisíveis. Tudo muito diferente ao que estamos acostumados. Não há vocais. Quiçá nem precisa.
Ouvi bastante e sobre o álbum Phantom Island. De boa, não é um álbum fácil. Não fui fisgado por ele. Não sou assim tão fã do experimentalismo pós-moderno que remete aos 70. Mas de fato, posso afirmar que: King Gizzard não para, não repete fórmula e ainda encontra novos caminhos dentro do seu próprio multiverso sonoro. Não curti, mas respeito. Afinal, o disco soa como uma jam session cuidadosamente planejada.
Phantom Island – Resenha: King Gizzard & the Lizard Wizard – Phantom Island (2025)
Gravadora: p(doom) Independente
Phantom Island é um parque de diversões sonoro apenas para ouvidos corajosos e mentes abertas.
