Resenha: Marrakesh – Marrakesh (2025)

Resenha: Marrakesh – Marrakesh (2025)

(Reprodução)

Em seu terceiro álbum, autointitulado Marrakesh, a banda curitibana mostra que definitivamente encontrou seu espaço e identidade na cena indie nacional. Lançado pela badalada e introspectiva Balaclava Records, o disco apresenta 11 faixas totalmente em português, consolidando uma sonoridade madura, coesa e contemporânea.

O lançamento, celebrado com uma live especial em parceria com a Levi’s, foi inovador para a cena indie. Musicalmente falando, proliferou que a banda expanda sua essência indie pop com uma produção mais refinada.

Das músicas, destaco Talvez, Brincos e Troquei: melodias envolventes, arranjos sofisticados e letras carregadas de autenticidade.

Visualmente, Marrakesh também aposta em uma identidade forte, marcada pelo tom azul/ciano, simbolizando confiança e serenidade. Bom, isso segundo a Psicologia das cores. Mas é evidente que essa estética permeia desde a arte do álbum até a cenografia das apresentações ao vivo, vide live apresentada.

Bom, chega de rodeios: o trabalho Marrakesh, banda homônima é, sem dúvida, o trabalho mais consistente da banda até aqui. Isso só confirma seu amadurecimento e sua relevância na música alternativa brasileira atual.

7.3

Marrakesh – Marrakesh

Gravadora: Balaclava Records

Lançado pela badalada e introspectiva Balaclava Records, o disco apresenta 11 faixas totalmente em português, consolidando uma sonoridade madura, coesa e contemporânea.

Frederico Di Lullo

Frederico Di Lullo

Redator publicitário, letrólogo, jornalista & fotógrafo de shows, nasceu na Argentina, coleciona vinil, é fã incondicional de música e um exímio apreciador de artes degeneradas.