Em seu terceiro álbum, autointitulado Marrakesh, a banda curitibana mostra que definitivamente encontrou seu espaço e identidade na cena indie nacional. Lançado pela badalada e introspectiva Balaclava Records, o disco apresenta 11 faixas totalmente em português, consolidando uma sonoridade madura, coesa e contemporânea.
O lançamento, celebrado com uma live especial em parceria com a Levi’s, foi inovador para a cena indie. Musicalmente falando, proliferou que a banda expanda sua essência indie pop com uma produção mais refinada.
Das músicas, destaco Talvez, Brincos e Troquei: melodias envolventes, arranjos sofisticados e letras carregadas de autenticidade.
Visualmente, Marrakesh também aposta em uma identidade forte, marcada pelo tom azul/ciano, simbolizando confiança e serenidade. Bom, isso segundo a Psicologia das cores. Mas é evidente que essa estética permeia desde a arte do álbum até a cenografia das apresentações ao vivo, vide live apresentada.
Bom, chega de rodeios: o trabalho Marrakesh, banda homônima é, sem dúvida, o trabalho mais consistente da banda até aqui. Isso só confirma seu amadurecimento e sua relevância na música alternativa brasileira atual.
Marrakesh – Marrakesh
Gravadora: Balaclava Records
Lançado pela badalada e introspectiva Balaclava Records, o disco apresenta 11 faixas totalmente em português, consolidando uma sonoridade madura, coesa e contemporânea.
