2026 começou de fato e cá estou, escrevendo a primeira resenha do ano. E o disco da vez é “Selling a Vibe”, novo álbum do The Cribs, banda britânica de indie rock com um quê de punk, ainda que não exatamente neste trabalho.
Lançado hoje, 9 de janeiro, o nono álbum da banda chega depois de quase cinco anos de silêncio desde Night Network (2020). E o que se ouve aqui não é uma banda tentando recuperar relevância, mas três irmãos que decidiram voltar ao básico: canção, melodia e uma química que parecia ter se perdido nos últimos anos.
Em suma, Selling a Vibe é direto. Guitarras sujas, refrões farofa com cara de “música-de-filme-da-Sessão-da-Tarde” e uma estética claramente anos 2000. E isso funciona.
Enquanto “Summer Seizures” mantém o DNA clássico do The Cribs, “Never The Same” aponta para um lado mais melódico e quase introspectivo.
Ao longo das 12 faixas e pouco mais de 41 minutos, o álbum se desenvolve com um trabalho sólido, honesto e musicalmente agradável.
Mas também nada além disso.
Selling a Vibe – The Cribs
Gravadora: PIAS (Play It Again Sam)
Podemos sentenciar que os anos 2000 começaram o ano em modo adulto graças ao The Cribs.
