Resenha: Caê – A Nave de Odé (2016)
Caê Rolfsen abandona seu sobrenome no seu segundo disco e assina “A Nave de Odé” apenas como Caê. Fora isso, não há muita mudança no som do músico/vocalista/produtor/arranjador paulistano. Aliás, essa coisa de ser paulistano, que permeava muito do seu primeiro disco “Estação Sé”, continua se mantendo forte neste disco, que a toda oportunidade faz […]