Oriunda de Manaus, a Jambu acaba de lançar Cartas que escrevi enquanto sonhava, um EP curto, mas extremamente eficiente em ampliar tudo aquilo que a banda já vinha construindo nos últimos anos.
Com dois álbuns na bagagem, A banda apresenta cinco faixas que transitam entre o indie pop, o rock de garagem e guitarras mais encorpadas, sem abrir mão das melodias grudentas e das letras confessionais que se tornaram uma das marcas registradas do grupo.
Entre os destaques, “Me Deixe Estar” surge como uma das canções mais fortes do EP, enquanto “Desculpa” foi a faixa que mais me pegou durante a audição, com um refrão bastante natural.
Sendo curto e grosso, “Cartas que escrevi enquanto sonhava” não reinventa a roda, mas também não precisa. É um lançamento que consolida a identidade da Jambu e mostra uma banda cada vez mais confortável dentro do próprio universo sonoro.
Agora fica a expectativa para uma turnê pelo Sul, mas especificamente algum palco localizado no Centro Leste.
Cartas que escrevi enquanto sonhava – Jambu
Gravadora: Deck
Jambu troca referências por personalidade em novo EP.
