Autor: Alexandre Aimbiré

Três quatis num sobretudo. Eterno estudante de Letras, guitarrista de fim de semana, DJ ocasional e arquiinimigo do Skylab. Manézinho de nascimento, criado em Porto Alegre e atualmente mora em São Paulo. Como todo bom crítico, já tocou em várias bandas que não deram em nada.

O cenário musical mudou rapidamente nos anos 90, principalmente no rock. O excesso do hair metal saiu de moda e o “alternativo” virou a bola da vez. Foi nesse contexto que surgiu o Weezer. A banda californiana explodiu logo de cara com seu disco de estreia auto intitulado — conhecido entre os fãs como The […]

Uma coisa que todo jovem músico já tentou fazer no começo da (ahem) carreira é tocar Ramones. Aí você, jovem guitarrista, com sua guitarra coreana e um amplificador Meteoro de transístor, descobre que tocar Ramones (e punk no geral) é difícil pra cacete. Sim, são só três acordes, mas você não dá conta de cantar, […]

Este é o décimo segundo álbum da longa carreira do guitarrista americano Joe Bonamassa. E que álbum! Blues of Desperation é um esforço sólido de um homem que não tem nada mais a provar a ninguém, mas que insiste em continuar inquieto e expandindo seu som. Gravado em Nashville e lançado em 2016, o disco […]

Quando tirei Intenso do baú para resenhar, fiquei surpreso ao descobrir que este é o quarto disco da Canábicos. Liderada pelo ex-Uganga Murcego González — que na época ainda era integrante da banda de metal —, o grupo em alguns momentos soa como os veteranos que são, mas, na maior parte dos pouco mais de […]

A The Mars Volta lançou nesta sexta-feira (11) seu novo álbum de estúdio, Lucro sucio; Los ojos del vacío, já disponível nas plataformas de streaming. Descrito como um trabalho “atmosférico e sombrio”, o disco marca um retorno às raízes da banda, misturando seu som característico com influências de jazz e música eletrônica. Omar Rodríguez-López e […]

A primeira coisa que me veio à cabeça quando eu peguei Forever Howlong pra resenhar foi “Theater Kids”. A expressão que os americanos, principalmente, usam pra definir a galerinha dramática, estereotipada e nada descolada dos grupos de teatro das escolas americanas não tem uma tradução para o português e eu não quero usar nada potencialmente […]