CELSO – INDIECORNO (2026)

CELSO – INDIECORNO (2026)

(Reprodução)

Sempre me pergunto porque nós, no Brasil, não consumimos mais músicas portuguesas, num nicho tão restrito quanto ouvir músicas latinas.

Aí penso, poxa, vou atrás, não devo ser preguiçoso e tal. E me deparo com uma banda chamada CELSO e um álbum chamado INDIECORNO.

E isso quase foi demais para meu senso de quinta-série.

Mas deixei de lado e dei uma chance para ouvir o quinteto de Lisboa. E INDIECORNO mistura indie rock, eletrônica, folk e pós-punk sem muita cerimônia, transitando entre momentos mais introspectivos e outros carregados de sarcasmo.

Produzido pela própria banda, o trabalho conta com 14 faixas e cerca de 42 minutos, tem músicas interessantes como DOPAMINADO, FLORES FALSAS e AÇORESATLANDIA, além da já citada faixa nome do álbum. E pelo que pesquisei, é isso mesmo: um “xingamento” aos apreciadores da música independente.

Tudo isso com forte sotaque da terra de Cristiano Ronaldo.

No fim das contas, o segundo álbum da banda (ouvi o primeiro também depois), é um disco interessante, bem-produzido e com letras interessantes, que oscilam entre confissão e ironia. Por isso, se você também é um INDIECORNO e tiver curiosidade do que está sendo produzido em Portugal, assim como eu, recomendo dar uma chance.

No fim das contas, o segundo álbum da banda (ouvi o primeiro depois também) é um disco interessante, bem produzido e com letras que oscilam entre confissão e ironia. Por isso, se você também é um INDIECORNO e tem curiosidade sobre o que está sendo produzido em Portugal, assim como eu, recomendo dar uma chance.

INDIECORNO – CELSO

Gravadora: Independente

Portugal manda um recado aos fãs de indie: vocês são todos… indiecornos

Frederico Di Lullo

Frederico Di Lullo

Redator publicitário, letrólogo, jornalista & fotógrafo de shows, nasceu na Argentina, coleciona vinil, é fã incondicional de música e um exímio apreciador de artes degeneradas.